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terça-feira, 15 de abril de 2014

Papa propõe reflexão para a Semana Santa

“A Semana Santa é um bom momento para confessar e retomar o caminho certo”, disse o papa Francisco no twitter, ontem, dia 14. Como proposta para viver a Semana Santa que celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus, o papa Francisco convidou os fiéis a um exame de consciência. Na missa do Domingo de Ramos, 13, e procissão na Praça de São Pedro, o papa deixou de fazer a homilia e propôs momento de reflexão sobre a passagem bíblica que retrata a Paixão de Cristo.
O papa sugeriu alguns caminhos para a Semana Santa e disse ser preciso questionar qual postura se deve assumir diante do Senhor. “Quem sou eu, diante de Jesus que sofre? Ouvimos muitos nomes. O grupo de líderes, alguns sacerdotes, alguns fariseus, alguns mestres da lei que tinham decidido matá-lo. Eles estavam esperando a oportunidade para prendê-lo”, disse.
Francisco falou sobre a atitude de Judas, que é retratado na Bíblia como o traidor. "Eu sou como Judas, que finge amar e beija o Mestre para entregá-lo, para traí-lo? Eu sou um traidor? Eu sou como os líderes que, com pressa, fazem o tribunal e procuram falsos testemunhos: Eu sou como eles? E quando eu faço essas coisas, se eu as faço, acredito que com isso salvo o povo?", acrescentou.
Onde está meu coração?
O papa continuou com as suas perguntas em meio a uma Praça silenciosa e reflexiva. “Eu sou como Pilatos que, quando vejo que a situação está difícil, eu lavo as minhas mãos e não sei assumir a minha responsabilidade e deixo condenar - ou condeno eu - as pessoas? Eu sou como aquela multidão que não sabia bem se se encontrava em uma reunião religiosa, ou num processo ou em um circo, e escolhe Barrabás? Para eles é a mesma coisa: era mais divertido humilhar Jesus”, afirmou.
O papa falou, ainda, do comportamento de José e de Maria que acompanharam o paixão de Jesus. “Eu sou como José, o discípulo escondido, que leva o corpo de Jesus com amor, para sepultá-lo? Eu sou como essas duas Marias que permanecem na porta do sepulcro, chorando, rezando? Eu sou como esses líderes que no dia seguinte foram a Pilatos para dizer: 'Mas, olha ele dizia que iria ressuscitar; que não seja mais um engano', e bloqueiam a vida, bloqueando o sepulcro para defender a doutrina, para que a vida não venha para fora? Onde está meu coração?”, questionou.
Ao concluir a reflexão, o papa Francisco pediu aos fiéis para que verificam com qual dos personagens cada um se identifica, propondo que esse questionamento seja vivido durante a Semana Santa.
Fonte: CNBB/Rádio Vaticana

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Domingo de Ramos em Batalha

Às 7h da manhã deste domingo (13/04), na qual a Igreja no mundo inteiro celebra o "Domingo de Ramos" ou também chamado de "Domingo da Paixão do Senhor", em Batalha, defronte a capela da comunidade São Francisco de Assis no bairro Esperança II, deu-se início à Celebração Eucarística, com a bênção dos ramos e seguida de procissão até à Matriz.



A Liturgia Solene, contou com a participação massiva dos fiéis, o templo Matriz ficou minúsculo para acomodar tanta gente, precisou ser tomada toda a nave central para que as pessoas pudessem se acomodar. A comunidade paroquial local, também celebrou o Domingo da Partilha, que acontece ao 2º domingo de cada mês. Ocorreu a Coleta Nacional da Solidariedade, que deverá ser encaminhada à CNBB como gesto concreto para auxiliar nos trabalhos da Igreja contra o Tráfico Humano, que fora o tema da Campanha da Fraternidade refletido ao longo desta quaresma. Além disso, houve uma apresentação teatral organizada pelo Ministério paroquial de Artes, seguido do testemunho da recuperação de uma mulher que passou meses na UTI, vítima de uma doença rara e muito grave, que fora por meio da oração e da Fé, curada da enfermidade.

A Missa das 19h com a Liturgia mais simples que a da manhã, contou com a participação também massiva dos fiéis que não puderam participar pela manhã e levaram seus ramos para participar e reconhecer Jesus como o Senhor, vivenciando assim, o início da Semana Santa. Também houve a devolução do dízimo e a Coleta Nacional da Solidariedade, como pela manhã.
Segue abaixo alguns registros da Missa da noite. (Clique nas imagens para ampliar)

                                                     

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sábado, 12 de abril de 2014

O que é o Domingo de Ramos?

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição.

Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava "Rei dos Judeus", "Hosana ao Filho de Davi", "Salve o Messias"...
E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder.
Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue.
Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de "Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor", nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente.

É proclamar, como nos diz São Paulo: '"Jesus Cristo é o Senhor", para a glória de Deus Pai' (Fl 2, 11).

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Procissão do Encontro

Seguem abaixo alguns registros da tradicional "Procissão do Encontro", que acontece sempre na sexta-feira que antecede à Semana Santa em Batalha, dando início ao período da mesma, na Paróquia.

Este ano a inovação foi que ao invés de dar-se início ao meio-dia, a procissão deu-se início às 17h. As mulheres saíram com a imagem de N. S. das Dores do bairro Ponto Belo (Setorial São Tiago) e os homens, por sua vez, saíram com a imagem de Bom Jesus dos Passos do bairro Formigueiro (Setorial Santa Luzia), ao mesmo horário.











Por volta das 17h30min do dia 12/04/2014, realizou-se o encontro entre as procissões portando às imagens. Após o "encontro", ocorreu Celebração Penitencial dirigida por Padre Evandro, com término por volta das 19h, na igreja matriz.

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Semana Santa - Programação



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"Cristo nos libertou!" - Por: Dom Alfredo Schafflér


Mensagem do bispo diocesano de Parnaíba, para este tempo.

"Cristo nos libertou!

Nesta quaresma estamos refletindo sobre esta triste mancha da nossa civilização que representa o tráfico humano.
Diante da grandeza de sermos filhos e filhas de Deus é inaceitável que a pessoa seja objeto de exploração ou de compra e venda. 
É um ato de injustiça e de violência que clama aos céus.
É uma negação radical do projeto de Deus para a humanidade.
Deus quer que o ser humano se relacione com Ele e participe da sua vida. Deus confere à pessoa humana uma dignidade porque o coloca como o ponto mais alto da criação.
Jesus perante os seus contemporâneos promoveu as mulheres ofendidas em sua dignidade.
Em uma época marcada pelo machismo e discriminação, a prática de Jesus foi decisiva para ressaltar a dignidade da mulher e seu valor indiscutível.
Julgar a prática do tráfico humano a partir da fé leva a descobrir a dimensão mais profunda deste crime.
Longe de esgotar-se em si mesmo, é uma questão social conectada a mecanismos globais de uma estrutura política e econômica apoiada na injustiça e na desigualdade.
O tráfico humano utiliza como mercadoria o corpo, a sexualidade, a força de trabalho e até órgãos de pessoas, atentando contra sua dignidade.
A Igreja anuncia o Evangelho da autêntica liberdade para que tenham incidência na realidade concreta das pessoas e da sociedade. 
Da exigência de promover a identidade integral do homem nasce a proposição dos grandes valores que edificam uma convivência ordenada e fecunda, como verdade, justiça, amor e liberdade.
A solidariedade não é um vago sentimento de compaixão ou de enternecimento superficial pelos males sofridos por tantas pessoas próximas ou distantes.
O próximo não é só um ser humano com os seus direitos e a sua igualdade fundamental em relação a todos os demais, mas torna-se a imagem viva de Deus.
Você que me escute agora: imagine que um dos seus familiares está sumindo , sem deixar notícia e sem deixar rumo e direção.
Isso lamentavelmente não está acontecendo somente nos grandes centros.
Aqui em Parnaíba nestes primeiros três meses, quantas pessoas já foram embora sem rumo e sem notícia?
Enquanto não toca na nossa porta, ficamos as vezes distante e até indiferente.
A compreensão atual da dignidade e dos direitos humanos é uma referência fundamental para o enfrentamento das situações de injustiça que atentam contra a vida das pessoas, a exemplo do tráfico humano. 
Como cristãos e pessoas de boa vontade, temos a missão de agir para que a sociedade se estruture em termos de conscientização e prevenção, de denúncia, de reinserção social e de incidência política, contra este escândalo.
O tempo da quaresma nos convoca para uma mudança, uma conversão.
Isso passa pelas nossas atitudes de ganância, de competição. 
Quantas vezes existe em nossas buscas por trás uma vontade de conseguir uma vantagem somente para nós. Nem que estamos usando das outras pessoas como objetos?
Se da meditação da via sacra estamos fazendo apenas um teatro para mexer nos nossos sentimentos, aí não compreendemos ainda a palavra de Jesus que nos fala:
Tudo que estão fazendo ao menor dos irmãos, é a mim que estão fazendo.
Firme na fé e fiquem com Deus"

Fonte: www.diocesedeparnaiba.org.br

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Programação do Novenário em preparação à "Festa da Divina Misericórdia"



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São José de Anchieta é declarado padroeiro dos catequistas brasileiros!

Com a elevação aos altares como santo, foi aprovada a proposta do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, realizada na 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP) no ano passado de que São José de Anchieta se torne o patrono nacional dos catequistas do Brasil.
Segundo dom Odilo, a proposta foi feita no contexto das iniciativas realizadas em prol da canonização do Beato Anchieta, após um pedido da Associação Internacional Anchieta (AIA), presidida pelo padre César Augusto dos Santos, vice-postulador da causa de canonização de Anchieta e diretor do Programa Brasileiro da Rádio Vaticano. O Cardeal explicou que o principal objetivo é “torná-lo mais conhecido e popularizar uma devoção”.
Por sua parte, O Pe. César dos Santos acredita que declarar o novo santo como patrono dos catequistas “é uma questão de justiça”. “Se alguém catequizou esse país, se alguém deu a vida pela Catequese do país, se alguém se entregou totalmente a esta causa, foi Anchieta”, afirmou o religioso. Segundo ele, “Anchieta deu toda a sua juventude, toda a sua inteligência, toda a sua vida para trazer Jesus Cristo a este povo”.
O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, destaca a importância da vida e missão de São José de Anchieta que optou por uma catequese acessível e aculturada, utilizando da poesia, do teatro e de recursos próprios da época.
“Ele é um modelo de evangelizador e missionário de todos os tempos e todas as épocas. Nos ensinou que o Evangelho, ao ser anunciado, deve ser inculturado, levando em conta a cultura das pessoas ao qual se destina”, disse dom Damasceno após o reconhecimento de José de Anchieta como santo padroeiro dos catequistas brasileiros.
Fonte: http://noticiascatolicas.com.br/sao-jose-de-anchieta-e-declarado-padroeiro-dos-catequistas-brasileiros.html#sthash.xD1AbFir.dpuf

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terça-feira, 8 de abril de 2014

Sacramento da Penitência - Perguntas e Respostas

Papa Francisco recebendo sacramento da penitência
1. O QUE É A CONFISSÃO? R: Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados, e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da Reconciliação.

2. QUEM INSTITUIU O SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA? R: O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23)

3. A IGREJA TEM A AUTORIDADE PARA PERDOAR OS PECADOS ATRAVÉS DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA? R: Sim, a Igreja tem esta autoridade porque a recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu"(Mt 18,18).

4. POR QUE ME CONFESSAR E PEDIR O PERDÃO PARA UM HOMEM IGUAL A MIM? R: Só Deus perdoa os pecados. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos, como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

5. OS PADRES E BISPOS TAMBÉM SE CONFESSAM? R: Sim, obedientes aos ensinamentos de Cristo e da Igreja, todos os Padres, Bispos e mesmo o Papa se confessam com freqüência, conforme o mandamento: "Confessai os vossos pecados uns aos outros " (Tg 5,16 ).

6. O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO? R: Para se fazer uma boa confissão são necessárias 5 condições: a) um bom e honesto exame de consciência diante de Deus; b) arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo; c) firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter; d) confissão objetiva e clara a um sacerdote; e) cumprir a penitência que o mesmo nos indicar.

7. COMO DEVE SER A CONFISSÃO? R: Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse (diga) seus pecados com clareza, primeiro os mais graves, depois os mais leves. Fale resumidamente, mas sem omitir o necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém se participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos alguém a praticar um aborto, somos tão culpados como quem cometeu o aborto).    

8. O QUE PENSAR DA CONFISSÃO FEITA SEM ARREPENDIMENTO OU SEM PROPÓSITO DE CONVERSÃO, OU SEJA SÓ PARA "DESCARREGAR" UM POUCO OS PECADOS?
R: Além de ser uma confissão totalmente sem valor, é uma grave ofensa à misericórdia Divina. Quem a pratica, comete um pecado grave de sacrilégio.

9. QUE PECADOS SOMOS OBRIGADOS A CONFESSAR? R: Somos obrigados a confessar todos os pecados graves (mortais). Mas é aconselhável também confessar os pecados leves (veniais) para exercitar a virtude da humildade.

10. O QUE SÃO PECADOS GRAVES (MORTAIS) E SUAS CONSEQÜÊNCIAS? R: São ofensas graves à Deus ou ao próximo. Apagam a caridade no coração do homem; desviam o homem de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme diz a Escritura: "Há pecado que leva à morte" (1Jo 5,16b).

11. O QUE SÃO PECADOS LEVES (ou também chamados de VENIAIS)? R: São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniqüidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (1Jo 5, 17).

12. PODEIS DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PECADOS GRAVES? R: São pecados graves por exemplo: O assassinato, o aborto provocado, assistir ou ler material pornográfico, destruir de forma grave e injusta a reputação do próximo, oprimir o pobre o órfão ou a viúva, fazer mau uso do dinheiro público, o adultério, a fornicação, entre outros.

13. QUER DIZER QUE TODO AQUELE QUE MORRE EM PECADO MORTAL ESTÁ CONDENADO? R: Merece a condenação eterna. Porém somente Deus que é justo e misericordioso e que conhece o coração de cada pessoa pode julgar.

14. E SE TENHO DÚVIDAS SE COMETI PECADO GRAVE OU NÃO? R: Para que haja pecado grave (mortal) é necessário: a) conhecimento, ou seja a pessoa deve saber, estar informada que o ato a ser praticado é pecado; b) consentimento, ou seja a pessoa tem tempo para refletir, e escolhe (consente) cometer o pecado; c) liberdade, significa que somente comete pecado quem é livre para fazê-lo; d) matéria, significa que o ato a ser praticado é uma ofensa grave aos mandamentos de Deus e da Igreja. Estas 4 condições também são aplicáveis aos pecados leves, com a diferença que neste caso a matéria é uma ofensa leve contra os mandamentos de Deus.

15. SE ESQUECI DE CONFESSAR UM PECADO QUE JULGO GRAVE? R: Se esquecestes realmente, o Senhor te perdoou, mas é preciso acusá-lo ao sacerdote em uma próxima confissão.

16. E SE NÃO SINTO REMORSO, COMETI PECADO? R: Não sentir peso na consciência (remorso) não significa que não tenhamos pecado. Se nós cometemos livremente uma falta contra um mandamento de Deus, de forma deliberada, nós cometemos um pecado. A falta de remorso pode ser um sinal de um coração duro, ou de uma consciência pouco educada para as coisas espirituais. (por exemplo, um assassino pode não ter remorso por ter feito um crime, mas seu pecado é muito grave).

17. A CONFISSÃO É OBRIGATÓRIA? R: O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos para preparar-se para a Páscoa. Mas somos também obrigados toda vez que cometemos um pecado mortal.

18. QUAIS OS FRUTOS DE SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE? R: Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até mesmo aqueles que tenhamos esquecido. Nos dá a graça santificante, tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranqüilidade de consciência, consolo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto. Nos exercita na humildade e faz crescer todas as virtudes.

19. E SE TENHO DIFICULDADE PARA CONFESSAR UM DETERMINADO PECADO? R: Se somos conhecidos de nosso pároco, devemos neste caso fazer a confissão com outro padre para nos sentirmos mais à vontade. Em todo caso antes de se confessar converse com o sacerdote sobre a sua dificuldade. Ele usará de caridade para que a sua confissão seja válida sem causar-lhe constrangimentos. Lembre-se, ele está no lugar de Jesus Cristo!

20. O QUE SIGNIFICA A PENITÊNCIA DADA NO FINAL DA CONFISSÃO? R: A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.

Fonte: http://www.catequisar.com.br/

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